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Índice:
Nota prévia
Introdução
Corpus
I PARTE O CONTO: ESPAÇOS E LINGUAGENS
1. Breve percurso histórico de uma forma de narrativa breve: o conto
1.1. Na Europa
1.2. Na América do Sul
2. O conto: um modo narrativo privilegiado em África
2.1. A modernidade enraizada na oralidade
2.2. A dialéctica centro-periferia
3. O conto africano de língua portuguesa
3.1. Do lado atlântico
3.1.1. O dialogismo cultural
3.1.2. A consciência linguística
3.2. Moçambique: um país de poetas-contadores de estórias
3.2.1. Imprensa e criação literária
3.2.2. Os mestres da poesia
3.2.3. Os pioneiros do conto
II PARTE O CONTO MOÇAMBICANO: AS MARGENS DO TEXTO
1. A problemática pós-colonial
2. Uma prática do paratexto
2.1. Títulos, intertítulos e ilustrações
2.1.1. Identidade e representação
2.1.2. O lugar de enunciação ou o locus epistemologicus
2.1.3. Subversão e contradiscurso
2.1.4. Escrita e oralidade
2.2. Prefácios, notas e posfácios
2.2.1. Fazer História e contar estórias
2.2.2. Mestiçagem e hibridez
2.2.3. Supressão e apropriação
2.3. Dedicatórias, epígrafes e glossários
2.3.1. Dedicatórias: a exumação do passado
2.3.2. Epígrafes: consciência histórica, consciência
cultural
2.3.3. Glossários: hibridez linguística
2.4. O epitexto
3. Poéticas pós-coloniais
3.1. Um xadrez paratextual: Ualalapi
3.2. Paratexto: um discurso sobre o discurso
III PARTE O CONTO MOÇAMBICANO: MEMÓRIAS E DISCURSOS
1. Problemática do discurso narrativo
2. Representação do mundo colonial
2.1. Entre a polémica, o burlesco e a paródia
2.2. O invisível, o fantástico e o realismo mágico
3. Configurações discursivas pós-coloniais
3.1. A escrita de uma "perda" generalizada
3.2. A recuperação da palavra tradicional
Conclusão
Bibliografia
Índice de Países
Índice de Autores
Tábua de Matérias
Anexos
Mia Couto, «O rio das quatro luzes»
Lília Momplé, «Um percurso» |