Mia Couto
O fio das
missangas
contos
150 páginas
Editorial Caminho 2004
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Mia Coutos neueste Perlenkette
O Fio das Missangas sind neunundzwanzig Kurzgeschichten, wie Glasperlen an
einer Schnur aneinandergereiht, und der Zusammenhang, diese Schnur, sei vor
allem "der magische Stil dieses Illusionsfabrikanten", sagt der
schwärmerische Klappentext der portugiesischen Ausgabe, denn die
Kurzgeschichte sei Mia Coutos eigentliches Genre.
Wer Schlafwandelndes Land (Terra Sonâmbula) kennt, kann dem
möglicherweise nicht uneingeschränkt zustimmen, doch in der Tat
erweist sich Mia Couto in diesem, seinem 9. Erzählband wieder auch als
ein Virtuose der kurzen Form. Kaum eine Erzählung ist länger als
fünf Seiten, viele wesentlich knapper, und doch vereint jede für
sich ein gesamtes Universum. Wie das des stürzenden Menschen (O homem
cadente), dessen Sturz vom Dach Tage dauert und verständlicherweise
die zuschauenden Menschenmassen in ihren Bann zieht, die Staatsmacht und
gar die ausländischen "Geberländer". In einer anderen Geschichte
lässt der Autor inmitten der Dürre Fische regnen, mit durchaus
biblischen Anspielungen.
So knapp wie der Umfang der Geschichten, so klar und knapp ist auch die Sprache,
der sich Mia Couto in diesem Band bedient. Die magischen (und oft doch eher
sarkastischen) Höhenflüge finden im Kopf statt, und manche der
Begebenheiten, beziehen ihren Zauber ganz und gar aus der kompletten
Alltäglichkeit. Es ist ein schlicht angenehm zu lesender Band, eine
kleine Präziose, da übertreibt der Verlag nicht. |
Michael Kegler |
Todos os livros e CDs apresentados na novacultura estão
disponíveis na Alemanha através do TFM-Centro do Livro e do
Disco de Língua portuguesa:
http://www.TFMonline.de |
| Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955.
Foi director da Agência de Informação de Moçambique,
da revista Tempo e do jornal Notícias de Maputo.
Tornou-se nestes últimos anos um dos ficcionistas mais conhecidos
das literaturas de língua portuguesa. |
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| Uma vez mais Mia Couto regressa ao conto, género
literário que parece ser o da sua maior realização.
Estórias breves mas contendo, cada uma delas, as infinitas vidas que
se condensam em cada ser humano. Uma vez mais, a linguagem é trabalhada
como se fosse delicada filigrana, confirmando o que o autor disse de si mesmo:
«conto estórias por via da poesia».
São vinte e nove contos unidos como missangas em redor de um
fio, que é a escrita encantada de um consagrado fabricador de
ilusões. |
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