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Miguel Paiva:
Livro de Pensamentos da Radical Chic
84 páginas
Record
DM 28,80
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A Radical Chic conquistou
o público com seu humor muito particular e antenado. Agora, suas melhores
tiradas e pensamentos estão finalmente reunidos em um livro inteligente
e bem-humorado. O LIVRO DE PENSAMENTOS DA RADICAL CHIC mostra a face reflexiva,
filosófica e definitiva de um ícone da nova geração
feminina. A Radical, como a mulher moderna, não tem medo de ir à
luta e meter o bedelho nas questões que mais afligem sua faixa
etária. Sexo, dietas, esportes são apenas alguns dos tópicos
analisados por essa balzaquiana para lá de charmosa.
Miguel Paiva é o criador do ícone de uma geração
especial de mulheres - aquela que insiste em ser feliz, apesar dos sobressaltos
do coração, dos problemas do mundo e das contas a pagar. Sua
Radical Chic nasceu em algum lugar entre Rio e São Paulo, há
pouco mais de trinta anos. Uma mulher cheia de manias e verdades, apesar
de insegura e indecisa. Em o LIVRO DE PENSAMENTOS DA RADICAL CHIC, Miguel
Paiva mostra um pouco da filosofia de vida dessa ruiva agitadora e inconstante,
que se define com muito humor, parafraseando Descartes: Penso, logo mudo
de idéia.
Depois de ver a vida exposta em quadrinhos e livros, a personagem mostra,
no LIVRO DE PENSAMENTOS DA RADICAL CHIC, sua face reflexiva, filosófica
e definitiva. Sem pudor, ela mete o bedelho nas questões que mais
afligem homens e mulheres de sua faixa etária: sexo, dietas, futilidades,
esportes, casamento e o envelhecimento feminino (seu maior medo). Mas,
justiça seja feita, ela também se entrega. Seus maiores defeitos
e qualidades estão espalhados em tiradas inteligentes. Assim como
no perfil, à guisa de apresentação, no início
do livro.
Mesmo não acreditando em auto-ajuda, a Radical Chic compartilha com
os leitores sua fórmula particular de busca do prazer e da felicidade.
Mas que não a acusem de ser superficial e hedonista. Até mesmo
os sete pecados capitais não escaparam do humor dessa cabeça
vermelha. Luxúria, avareza, ira, preguiça, gula, orgulho e
inveja ganham definições nada ortodoxas. Um exemplo: "Avareza
é guardar o amor que você tem para dar debaixo do colchão."
Ela coloca tudo em prática. O LIVRO DE PENSAMENTOS DA RADICAL CHIC
não economiza e nem guarda nada. Mostra a riqueza dessa personagem
de Miguel Paiva e o talento de seu criador. Mas a Radical ainda acha forças
para contestar: "ricos são vocês. Eu sou é chic."
(Informação da editora)
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Radical Chic virou
personagem em 1982, pelas mãos de Miguel Paiva, aparecendo na última
página da Revista de Domingo do Jornal do Brasil. Já tinha
os cabelos curtinhos e vermelhos e o corpinho magro e sensual. Depois de
dois anos, ela sumiu, voltando definitivamente em 1987, na mesma página
da Domingo, onde ficou até 96. Passou a freqüentar, então,
com a mesma desenvoltura, o Caderno Ela e depois o RioShow, ambos do Globo.
Foi personagem também da Folha de S. Paulo e, após quatro anos,
mudou-se para o Estado de São Paulo, onde permanece até hoje.
Na televisão, foi representada por Andréa Beltrão, em
série que a Rede Globo levou ao ar. E, como não poderia deixar
de ser, foi a primeira personagem de quadrinhos a posar para a Playboy.
Miguel Paiva nasceu no Rio de Janeiro, em 1950. Começou a escrever
aos dezesseis anos, para o Jornal dos Sports. Publicou inúmeros livros,
tanto no Brasil quanto no exterior, como As memórias de Casanova e
livros de História do Brasil. Além desses, produziu, ainda,
cinco livros em parceria com Luís Fernando Veríssimo - contando
as aventuras do detetive Ed Mort -, três livros com a Radical Chic
e dois com o Gatão de Meia Idade. Viveu na Itália de 74 a 80,
criando e publicando seus personagens. De volta ao Brasil, morou durante
nove anos em São Paulo, voltando para o Rio em 92, onde vive até
hoje. Miguel Paiva é cartunista, diretor de arte, autor, ilustrador,
publicitário e jornalista. (Edições Record) |
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