Após sucesso de
Apcalipse Nau em que retrata um cotidiano fim do século do
ponto de vista diabólico, Rui Zink lança um romance quase
clássico, em que um acidente, a morte de uma criança atropelada
por um automóvel outro acontecimento tragicamente cotidiano
transtorna a vida das pessoas involvidas.
Em Apocalipse Nau, a tragédia máxima consitia nas simples
relações humanas, num matrimónio insatisfatório,
na incapacidade de comunicar, na incapacidade das pessoas de se amarem a
si próprios. N'O Suplente sem dúvida o melhor
romance de Rui Zink até agora a catástrofe desencadeia
uma série de outras catástrofes pessoais, cujas origens já
estavam mais ou menos oprimidas nas mentes das pessoas.
Mit O Suplente liefert
Rui Zink sein bisheriges Meisterstück ab und unternimmt zugleich den
Versuch, aus der Rolle des ewigen "Kultautors" auszubrechen, in die er sich
mit "Hotel Lusitano" oder "Apokalüpse Nau" (beide liegen in deutscher
Übersetzung vor) und anderen Veröffentlichungen mehr oder weniger
bewusst manövriert hatte.
Doch bereits in "Apokalüpse Nau" erweist Rui Zink sich als Meister der
feinen, detaillierten Beobachtung alltäglicher Katastrophen. In O
Suplente löst ein tatsächliches wenn auch kaum weniger
alltägliches Drama, der Tod eines Kindes im Straßenverkehr,
eine Kettenreaktion persönlicher Katastrophen aller Beteiligten aus.
Rui Zink gelingt es dabei nicht nur, die Gefülswelten seiner Protagonisten
bis auf die Knochen bloßzulegen auch wenn dabei bisweilen nur
wenig zu sehen ist es gelingt ihm auch bis zur letzten Seite eine
atemberaubende Belance zwischen dem ironischen Zug, der allen seinen bisherigen
Büchern zueigen ist, und einer Sensibilität, die dem dramatischen
Thema angemessen ist. (mk)
Weitere Werke des Autors:
Hotel Lusitano, 1987
A Realidade agora a Cores, 1988
Homens-Aranhas, 1994
Apocalipse Nau, 1996
A Arte Suprema (com António Jorge Gonçalves), 1997
E Espera, 1998
A Realidade agora a Cores - Re-mix, 1999
In deutscher Übersetzung
Hotel Lusitano, 1998
Apokalüpse Nau, 1999
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